12 de fevereiro de 2013

Conto: comi o goleiro depois do futebol


Flávio joga futebol comigo todo domingo pela manhã no condomínio onde moramos. Temos um time e ele joga no gol. É goleiro, e que goleiro, agarra muito.
Flávio é loirinho, cabelos encaracolados, belo sorriso, rosto angelical, 1,79 de altura, olhos cor de mel, coxas grossas e uma bundinha de tirar o folego. Flávio tem 21 anos e não trabalha, apenas estuda, o moleque é meio playboy e tá todo dia na praia, por isso está bronzeado o ano todo.
No último domingo como de costume, jogamos nosso futebol. Tudo ocorreu normalmente, nosso time perdeu , mas nada que tirasse a nossa alegria.
Após o jogo, o pessoal foi logo pro vestiário tomar banho e eu e o Flávio ficamos arrumando a bagunça que sempre fica no campo depois do jogo.
Quando enfim entramos no vestiário, o pessoal já estava saindo.
Ficamos apenas eu e o Flávio no chuveiro. Eu nunca tinha olhado o Flávio com outros olhos, mas vendo ele pelado no box, com a água escorrendo por aquele corpo, jovem, bronzeado e atlético, não tive como controlar a ferramenta. Tentei não demonstrar, mas estava difícil tirar o olho daquela bundinha linda, durinha e empinadinha do Flávio.
O filha da puta percebeu que eu estava de pau duro, olhando para ele e se exibia ainda mais, pelo jeito o moleque também era chegado numa brincadeirinha.
Ficou de costas para mim e começou a ensaboar aquele rabo. Deslizava devagarinho o sabonete pela bunda, pelas coxas, esfregava pelas costas.
Eu tava doidão já, não conseguia parar de olhar para o moleque.
De súbito numa atitude impensada eu perguntei:
- Quer ajuda?
- Que?
- Quer ajuda para ensaboar as costas?
Ele não respondeu, apenas fez aquele olhar de menino sapeca. Eu entendi o recado e fui logo pra cima dele.
Peguei ele de frente e com as duas mão apertei sua bunda enquanto metia a língua naquela boca gostosa.
Beijei o garoto freneticamente, mordi sua orelha. Apalpei com força sua bunda.
Ele delirava na minha mão.
Eu falava putaria no seu ouvido e ele se derretia nos meus braços.
Tava muito gostoso aquilo, mas eu queria mais, queria muito mais. Eu queria ter ele todo para mim, queria sentir sua boca deslizando no meu pau. Queria colocá-lo de quatro numa cama e sentir minha rola entrando toda dentro do seu rabo.
Queria faze-lo gemer, virar os olhos e delirar de tesão com minha língua na sua bunda.
- Flávio, vamos lá pra casa. Aqui é perigoso, pode chegar alguém.
- Mas o pessoal está nos esperando pro churrasco.
- A gente da uma desculpa qualquer, eu quero te foder todo, meu putinho.
- Nesse caso, vambora logo daqui.
Demos uma desculpa pra galera e fomos pra minha casa. Dentro do elevador era complicado de controlar a vontade de apertar aquele lolito, mas tive de me controlar devido a câmera de vídeo.
O filho da puta notando meu tesão por ele, ficava me provocando com os lábios e com aquela cara de safado.
O maluco ainda jogou:
- Cara, sempre te achei gostoso pra caramba, no banho sempre notei esse seu corpão, que vontade de trepar com você.
- Pô, sempre te desejei também, mas você nunca deu nenhum sinal.
- Tenho maior medo de dar pinta e ficar me zoando depois.
- Não importa, vamos recuperar o tempo perdido agora, quero enfiar minha rola nesse teu rabo com bola e tudo. Vou te colocar de frango assado, quero ver tua cara quando eu estiver todo dentro de você.
O elevador chegou ao meu andar. Abri a porta da minha casa e já fui pegando o garoto. Não dei tempo dele pensar. Encostei ele na parde da sala e já fui beijando seu pescoço. Notei que quando eu metia a língua na sua orelha ele ia ao delírio. O moleque tava gostando da minha pegada. Minha intensão era justamente essa, queria fazer aquele playboy ficar viciado na minha rola.
Beijei sua boca, com força, apertava ele contra a parede com violência e ele adorava. Tava foda aquela situação, meu pau tava duro feito uma rocha.
Peguei ele pelo braço e falei:
- Bora pra cama, cara. Tu ta me deixando loucão aqui.
- Chapa, quero muito sentir esse seu caralho em mim.
No quarto, peguei ele joguei sobre a cama, tirei sua roupa todinha e enfiei meu pau em sua boca. Ele chupava como se fosse um sorvete de chocolate. Engolia tudo, chupava minhas bolas, lambia, melava meu pau todo.
Tirei então o pau da sua boca e mandei ele ficar de quatro. Ele não perdeu tempo. Abri sua bunda e fiquei olhando aquele cuzinho. Era todo apertadinho. Pelo seu jeito, nos meus braços eu pensei que ele estava acostumado a levar pau no cu, mas olhando de perto sua preguinha, percebi que aquele cu era virgem.
Meti a língua  chupei, mordi, lambi. Ele delirava de prazer. Comecei a foder aquele cu com a língua, freneticamente e ele começou a gemer alto.
Fui ao banheiro peguei um gel lubrificante e passei bastante no seu rabo. Com o dedo comecei a penetrá-lo com bastante carinho. Ele parecia sentir dor.
- Cara, eu nunca dei o cu.
- Eu percebi isso, pode deixar que eu sei o que fazer. Não vou te machucar.
Meti um dedo, depois dois, quando estava nos terceiro ele mandou parar.
- Cara no começo é assim mesmo. É um pouco desconfortável, mas quando meu pau estiver todinho dentro de seu rabo, você não vai querer saber de outra coisa.
Dei um beijo em sua boca, lambi sua orelha e ele novamente estava entregue em minhas mão. Era a hora certa de mandar ver.
Coloquei ele que quatro novamente, posicionei meu caralho na entrada de seu rabo e comecei a forçar. Com bastante sacrifício a cabeçona entrou. Pronto, agora era só administrar. Ele gemia bastante, mas não ofereceu resistência. Em um movimento só fui enfiando o restante. Devagar, mas sem parar.
Ele gemeu alto, mas minha pica entrou toda. Forcei meu corpo sobre o dele e caímos os dois deitados na cama. Esperei ele se acostumar com meu caralho atolado no seu cu.
Não demorou muito e ele começou a rebolar a bunda.
Pronto, o moleque tava do jeito que eu gosto. Soltinho.
Não perdi tempo, coloquei ele de frango assado e numa só estocada enfiei tudo!
Ele gemeu bem alto, então eu olhando aquela sua cara de tesão comecei a meter freneticamente tudo.
Coloquei seus pés sobre meus ombros e não parei de meter.
O guri gemia muito, fazia cara de safado, olhando dentro dos meus olhos. Isso me dava mais tesão ainda, mais vontade de meter.
Comecei a falar sacanagens e ele se descontrolou todo. "Vai meu macho, mete tudo", "Quero mais desse seu caralho em mim".
Não tive dó e metia cada vez mais forte. A cada metida seu corpo pulava para frete.
Flávio estava muito doido com aquilo e em pouco tempo gozou sem tocar no pau. Era muita porra, jatos e mais jatos. Voou porra pra tudo quanto era lado, no seu peito, no meu, até na minha cara o malucou gozou.
Aquela cena me enlouqueceu, não estava aguentando sentir aquele cuzinho apertadinho queimando minha vara e gozei.
Soltei muita porra naquele cu.
Caí cansado em cima dele. Beijei sua boca e ficamos abraçadinhos na cama.
Depois de uns vinte minutos fomos tomar banho. Lavei aquele cuzinho, que estava dilacerado, coitado.
Nos beijamos bastante e depois voltamos pra participar do churrasco com a galera, como se nada tivesse acontecido.

Fonte: http://www.casadoscontos.com.br/texto/200911248

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